28 Novembro, 2008

Contagem Regressiva

24 Outubro, 2008

Houston, temos um problema...



Brasília - O mercado está vivendo um momento de “irracionalidade”, na avaliação do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Em entrevista coletiva concedida hoje (6), há pouco, Mantega classificou a atual crise financeira internacional como a pior desde 1929.

“Estamos num momento de irracionalidade e comportamento de manada, é o pior momento”, afirmou. No seu entendimento, um dos grandes problemas hoje é a perda de confiança nas instituições financeiras, o que se reflete no mundo todo e causou, no Brasil, a queda da bolsa e a valorização do dólar.


“Estamos, a meu ver, no momento mais agudo dessa crise. Acredito que essa situação aguda deverá se dissipar, é impossível imaginar que se terá o sistema financeiro internacional travado como está hoje. Certamente isso será superado”, afirmou, frisando que todos os governos devem agir para enfrentar a crise e que há expectativa dos ajustes que serão promovidos nos mercados europeus.

Apesar do otimismo, Mantega destacou que, passada a tempestade, o cenário financeiro internacional será de menos crédito e taxas de juros mais elevadas, com conseqüente redução do ritmo de crescimento da economia mundial, inclusive do Brasil.

“O Brasil não está imune à crise, evidentemente. É uma crise global, atinge a todos os países”, afirmou. "[A crise] Atinge menos países mais sólidos, como é o caso do Brasil e outros países, onde não temos problema de solvência. Aqui não há ativos podres, embora estejamos sofrendo problemas de liquidez em função desse estrangulamento do crédito, em escala internacional,”analisou.

História - A Crise de 29


Com o término da Primeira Guerra Mundial os Estados Unidos passaram a ser o grande nome do capitalismo mundial. De maior devedor, o país passou a posição de maior credor mundial, pois concederam grandes empréstimos a outros países, vencedores e perdedores. Além disso, investiram na reconstrução da Europa e, ao mesmo tempo exportavam bastante para esse continente.

Porém, a partir de 1925, apesar de toda euforia, a economia norte-americana começou a ter sérios problemas. Enquanto a produção industrial e agrícola desenvolveu-se num ritmo acelerado, o aumento salarial foi muito lento. Além do mais, em conseqüência da progressiva mecanização da indústria e da agricultura o desemprego foi crescendo consideravelmente.

Após recuperarem-se dos prejuízos da guerra, os países europeus passaram a comprar cada vez menos dos Estados Unidos e a concorrer com o mesmo nos mercados internacionais. Pela falta de consumidores externos e internos, começaram a sobrar enormes quantidades de produtos no mercado norte-americano, caracterizando, assim, uma crise de superprodução, ou seja, muita mercadoria e poucos consumidores.

Na tentativa de controlar essa crise, os agricultores passaram a armazenar cereais. Para isso, tiveram que pedir empréstimos aos bancos, oferecendo suas terras como garantia, muitos perderam seus bens. Já as indústrias se viram forçadas a desacelerar o ritmo da produção e, conseqüentemente, a despedir milhares de trabalhadores, o que afetou ainda mais o mercado consumidor.

Apesar da crise vivida naquele momento, os pequenos, médios e grandes investidores mantiveram suas especulações com ações. Isto é, comercializavam esses papéis por valores que não condiziam com a real situação das empresas. No entanto, chegou o momento em que a crise atingiu a Bolsa de Valores de New York, um dos importantes centros do capitalismo mundial. Os preços das ações começaram a cair, os acionistas entraram na corrida para tentar vendê-las, mas não havia pessoas interessadas. No dia 29 de outubro de 1929, havia cerca de 13 milhões de ações à venda, mas faltavam compradores. O que resultou na queda dos preços das ações, provocando a quebra (crash) da Bolsa de New York.

03 Agosto, 2008

Vou te contar...

Wave
Tom Jobim


Vou te contar
Os olhos já não podem ver
Coisas que só o coração pode entender
Fundamental é mesmo o amor
É impossível ser feliz sozinho...

O resto é mar
É tudo que não sei contar
São coisas lindas que eu tenho pra te dar
Vem de mansinho à brisa e me diz
É impossível ser feliz sozinho...

Da primeira vez era a cidade
Da segunda o cais e a eternidade...

Agora eu já sei
Da onda que se ergueu no mar
E das estrelas que esquecemos de contar
O amor se deixa surpreender
Enquanto a noite vem nos envolver...

Vou te contar...

21 Julho, 2008

Os Caras de Camila


Para quem se interessar, o livro que deu origem ao filme está disponível para download no site da editora.

06 Julho, 2008

Novo Talento



http://esperanzaspalding.com/

Minas se torna o estado do jazz no segundo semestre

Depois do único evento competitivo do gênero (BDMG Instrumental, cuja oitava edição ocorreu em março) no primeiro semestre, responsável pela revelação e renovação de talentos na área, chega a hora de acompanhar os festivais de jazz e música instrumental que começam a pipocar por todo o estado, a partir do mês que vem. A capital mais uma vez vai sair na frente em número de eventos, cabendo a Poços de Caldas, no Sul de Minas, o papel de caçula no setor, com festival que, além do jazz, vai privilegiar o blues. Enquanto isto, festivais famosos como os de Ipatinga, no Vale do Aço, e Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, chegam à décima edição, provando que há público e espaço para a música de qualidade em Minas.

Tudo isso sem deixar de lembrar que Milton Nascimento – o jazzman mais famoso do estado – será finalmente homenageado pelo festival Tudo é Jazz, de Ouro Preto. E também que haverá uma baixa: o Santa Bárbara Jazz Festival, na Vila de Santa Bárbara, em Augusto de Lima, foi adiado. “Sem patrocínio, não conseguimos a prorrogação da Lei Rouanet para a quarta edição”, esclarece o produtor Leonardo Eustáquio Costa. Enquanto isso, a Festa da Música confirma a segunda edição na capital, entre agosto e setembro, antecedida pela estréia do BH Choro, em agosto, no qual haverá uma Choradeira, com a presença de chorões de grupos locais.

“É surpreendente o público jovem que recebemos a cada ano. Houve época em que era necessário abrir espaço a outros estilos, para que eles fossem atraídos para a música instrumental”, conta Valéria Altoé, curadora e idealizadora do Ipatinga Live Jazz, que, na edição deste ano, vai homenagear New Orleans, o berço do jazz americano. Shows de Elza Soares, Wagner Tiso & Ipatinga Jazz, Hamilton de Holanda, Jamba Trio & Derico, Nova Dix, Cleber Alves & Toninho Horta e Márvio Ciribelli estão na agenda do evento, que voltará a ser realizado no teatro do Centro Cultural Usiminas, além de apresentações em espaços abertos. Viabilizado pelas leis estadual e federal de incentivo à cultural, o Ipatinga Live Jazz está orçado em R$ 180 mil.

Qualidade

Uma bagatela, considerado o custo de R$ 2,3 milhões do 7º Tudo é Jazz, de Ouro Preto, que em sua sétima edição vai render justa homenagem a Milton Nascimento. “A pedido do próprio Milton, queremos mostrar como ele é reconhecido lá fora: um jazzista”, diz a idealizadora e curadora do festival, Maria Alice Martins. Durante três dias, o Tudo é Jazz vai promover shows fechados (quatro por noite, no Parque Metalúrgico), além de abertos (quatro por dia, no Largo do Rosário, e um na Rua Tiradentes), reservando o quarto e último dia para a homenagem a Bituca.

Além do Cortejo da Raça, com a presença de músicos nacionais e internacionais, Ouro Preto vai ter o privilégio de ver e ouvir, na Praça Tiradentes, Milton Nascimento (voz), Ron Carter (baixo) e Wayne Shorter (sopros), juntos, além da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG), sob a regência de Sílvio Viegas, tocando composições de Bituca, para jovens talentos como Kadu Vianna, Pedro Morais, Júlia Ribas, Amaranto, Marina Machado e Rogério Flausino interpretarem. Os arranjos, exclusivos, serão assinados por Túlio Mourão, Nelson Ayres e Wagner Tiso. Yaron Herman Trio, BojanZ Trio, Kadouk Trio e Michel Portal estão na noite francesa do festival, que ocorrerá no Parque Metalúrgico.

Na opinião do maestro Túlio Mourão, que assina a curadoria em parceria com Maria Alice Martins, o surgimento de festivais do gênero no estado é uma resposta ao vácuo deixado pela grande indústria, que, neste momento, não está ofertando material de qualidade ao público. “As pessoas hoje, além de viajarem mais, estão interagindo muito com o advento da internet. E o resultado disso é um perfil de consumidor mais exigente”, aponta Túlio Mourão. De acordo com o músico, Minas Gerais tem vocação para a qualidade. “A gente perde por não perceber a inequívoca vocação do estado para a qualidade. O rock de Minas tem qualidade, o design de Minas tem qualidade e a música instrumental de Minas tem grande qualidade”, afirma o maestro.

“Aqui há um vigor no setor que os outros estados não têm”, garante Túlio Mourão, lembrando que, ao ganhar reportagem da revista Down Beat, no ano passado, o festival Tudo é Jazz consolidou o seu prestígio internacional. “Quando a gente fica sabendo das palavras do próprio editor de uma revista como esta, que os músicos brasileiros não ficam devendo nada a ninguém, é Minas Gerais bem na foto para o mundo”, conclui, empolgado, o maestro.

Calendário

. Poços de Caldas Jazz & Blues Festival, 3 a 6 de julho, Poços de Caldas

. TIM Valadares Jazz Festival, 16 a 19 de julho, Governador Valadares

. Ibitipoca Jazz Festival, 25 e 26 de julho, Conceição de Ibitipoca, Lima Duarte

. Savassi Festival: Jazz & Lounge, 31 de julho a 3 de agosto, Belo Horizonte

. Ipatinga Live Jazz Festival, 3, 7, 8 e 9 de agosto, Ipatinga

. Projeto Jobim Jazz, 8 e 9 de agosto, Belo Horizonte

. BH Choro, 8, 9 e 10 de agosto, Belo Horizonte

. Aqui Jazz, 10 de agosto, Belo Horizonte

. Festa da Música, 29 de agosto a 7 de setembro, Belo Horizonte

. Jazz Festival Brasil, 4, 5 e 6 de setembro, Belo Horizonte

. Tudo é Jazz, 11 a 14 de setembro, Ouro Preto

. Circuito Minas Instrumental, a ser agendado, entre setembro e outubro, em Belo Horizonte

. TIM Pró-Jazz, 8 a 12 de outubro, Juiz de Fora

Fonte UAI

06 Junho, 2008

Megadeth South America (Brazil) Tour 2008

June 3 Goiania, Jao-Av. Quitandinha
June 5 Curitiba, Helooch
June 6 Sao Paulo, Credicard Hall
June 7 Rio de Janeiro, Citibank Hall
June 8 Belo Horizonte, Chevrolet Hall
June 15 Manaus, Arena Amadeu Teixeira



Aos 20 anos de idade Dave Mustaine já tocava guitarra, influênciado por bandas como Kiss, Led Zeppelin, e AC/DC, já havia formado sua primeira banda, "Panic" que não deu em nada. Foi nessa época que Mustaine viu um anúncio a procura de um guitarrista para uma banda de metal, após testes ele foi contratado por James Hetfield e Lars Ulrich que junto com Ron McGovney formaram o Metallica. Logo após a primeira demo da banda McGovney saiu e no lugar dele colocaram Cliff Burton que só concordou em entrar para o Metallica se a banda se mudasse para São Francisco, eles que eram de Los Angeles concordaram. O Metallica então sai em turnê pelos Estados Unidos até que um dia Johnny Zazula, dono de uma loja de discos e promotor de shows, percebeu um grande potencial no quarteto, resolvendo então empresariar a banda. Nessa época, por volta de 1983 é que Dave Mustaine, que sempre teve problemas com álcool e drogas, foi colocado pelos outros membros embreagado em um ônibus de volta para Los Angeles, quando acordou Dave estava em casa, foi então que jurou se vingar do Metallica montando uma banda melhor e mais pesada, nascia ai o Megadeth.

Mustaine formou o Megadeth com o baixista David Ellefson, o guitarrista Kerry King e o bateista Lee Rash. Mas essa formação durou pouco, logo após uma pequena turnê, King vai para o Slayer e Rash é substituído por Gar Samuelson, para a guitarra Dave chama Chris Poland. Com esta formação lançaram em 1985 o excelente “Killing Is My Business... And Business Is Good!”. A aceitação tanto por parte da crítica quanto do público foi excelente.

Após lançarem “Peace Sells... But Who's Buying?” em 1986 Chris Polland e Gar Samuelson foram despedidos da banda por Mustaine, sendo substituídos pelo guitarrista Jeff Young e pelo baterista Chuck Behler. “So Far, So Good... So What!”, lançado em 1988, foi seu álbum de maior sucesso até então, principalmente em virtude da excelente versão thrash metal do hino punk Anarchy In The U. K. dos Sex Pistols (transformada em Anarchy In The U.S.A. e com algumas mudanças na letra).

A banda, porém, desde seu início, passava por problemas sérios de relacionamento, com Mustaine sempre menosprezando a participação dos outros membros e constantemente sofrendo overdoses ou sendo preso por porte de drogas (em uma de suas muitas overdoses foi constatado que Mustaine havia ingerido oito tipos de drogas de uma só vez). Em mais uma de tantas crises na banda Mustaine despediu também Jeff Young e Chuck Behler.

Preso por dirigir sobre efeito de drogas e sendo reincidente Mustaine foi obrigado a se internar em uma clínica de reabilitação. Após alguns meses declarava-se um novo homem, sóbrio e mais responsável. Reformou a banda, chamando o guitarrista Marty Friedman e o baterista Nick Menza.

A nova formação até então, foi a melhor que já passou pelo Megadeth, sendo considerada a formação clássica da banda. Marty Friedman veio a formar com Mustaine uma das mais precisas e respeitadas duplas de guitarristas do trash.

O novo álbum, Rust In Peace, de 1990, realmente trazia um Megadeth mais adulto e meticuloso em suas composições, o que levou o álbum a ser considerado pela maioria o melhor trabalho da banda (e pela primeira vez um trabalho realmente da banda e não apenas de Dave Mustaine, conforme declarado por ele próprio).

Com Countdown To Extinction, lançado em 1992, a tendência de elaborar o som e as letras se confirmou (inclusive com a banda sendo acusada de se vender e fazer música comercial como é de costume). Críticas radicais à parte Countdown to Extinction foi um excelente álbum, mostrando uma banda profissional e ótimas composições. Destaque para as letras de Mustaine, várias abordando os problemas com drogas pelos quais havia passado.

Youthanasia, lançado em 1994, manteve o bom nível do álbum anterior, embora não tenha conseguido a mesma repercussão emplacou hits que qualquer fã da banda tem como sagrados, a exemplo: A Tout Lê Monde , Killing Road e Family Tree. Nesse álbum, Mustaine e sua troupe abusa de letras melódicas e efeitos especias, porém não ultrapassa os limites do excelentre trash metal apresentado.

Em 1995 foi lançado o Hidden Treasures um excelente álbum com duas músicas regravadas em forma de tributo ao Black Sabbath (Paranoid) e ao Sex Pistols (Problems). Hidden Treasures traz em suas faixas apenas músicas não-lançadas nos álbuns até então.

Em 1997 Cryptic Writings, esroura e é sucesso absoluto nas paradas de sucesso dos E.U.A., Trust foi emplacado no topo da lista por semanas. Mantendo o nível de Countdown e Youthanasia esse álbum reinou absoluto por dois anos e marcou o fim de uma era de ouro da banda.

Em junho de 1998 se iniciava-se o inferno astral, Nick Menza se afasta para tratar de um tumor benigno no joelho, e o que seria só um simples afastamento acabou resultando na saída de Menza. Segundo Mustaine e Ellefson, o relacionamento entre a banda e ele já não andava agradável e Menza saiu na boa. O Novo baterista é Jimmy DeGrasso que já havia tocado em bandas como Suicidal Tendencies e Alice Cooper, e também faz parte do trabalho aparte de Dave Mustaine, o MD.45.

Em 31 de Agosto de 1999, é oficialmente lançado "RISK", um álbum praticamente POP! Uma verdadeira bola-fora de Mustaine que decepcionou vários fãs e até mesmo um de seus integrantes, Marty Friedman que por causa disso saiu alegando não concordar com os novos conceitos de Mustaine. Tudo isso provocou até uma comparação com a fase “Load” do Metallica. O substituto temporário de Friedman foi Al Pitrelli.

Em Julho de 2000 a banda rompe com a Capitol Records, gravadora que produziu 9 álbuns incluindo a coletânea “Capitol Punishment” lançada em Outubro, no mês seguinte a banda assinou contrato com a Sanctuary Records, onde lançaria em Maio de 2001 o “The World Needs A Hero” e seu primeiro DVD, “Megadeth's VH1: Behind The Music”.

O mundo realmente precisava de um herói, e talvez Mustaine também precisasse de um, foi assim que em 2002 (um ano um tanto confuso para a banda) ele próprio anunciou o fim do Megadeth alegando uma lesão em seu braço direito, não podedendo dessa maneira tocar guitarra. Mustaine disse ainda que isso seria bom, ele queria dar a atenção que faltou durante todos esses anos a sua família. Na internet proliferaram-se boatos, rumores e especulações.

Com o fim da banda Al Pitrelli voltou para o Savatage, o inseparável escudreiro de Mustaine, David Ellefson fundou a “Ellefson Music Production” uma companhia que iria gerenciar bandas novas e DeGrasso contava com Alice Cooper a sua espera.

Ainda em 2002, em meio a toda essa confusão, são lançados 3 álbuns! O Re-Masterizado e Re-Mixado “Killing Is My Business ...And Business Is Good!” com uma nova capa e 3 músicas bônus (com relação a primeira versão de 1985). O DVD e álbum duplo ao vivo “Rude Awakening” e também “Still Alive... And Well?” já como título mencionando o fim da banda e com algumas faixas ao vivo, outras do “The World Needs A Hero”.

Em Outubro de 2003 a banda re-lança “Peace Sells... But Who's Buying?” mas desta vez em um Audio-DVD com som Dolby 5.1 surround.

É então que a monotônia e o inferno astral acaba! Tudo o que não aconteceu nos últimos 2 anos em 2004 acontece:

Dave Mustaine anuncia que está bem, anuncia a volta do Megadeth e promete novos lançamentos.
Grava um novo álbum com o baterista Vinnie Colaiuta, o baixista Jimmy Sloas e o ex-membro/convidado Chris Poland. "The System Has Failed" foi lançado em 14 de Setembro. Em Agosto Mustaine sai em turnê com Glen Drover ex-King Diamond e Eidolon na guitarra, James MacDonough ex-Iced Earth no baixo e Shawn Drover (que é irmão de Glen) na bateria. E ainda são re-lançados 7 álbuns com faixas bônus, re-masterizados e re-mixados.

A chamada Gigantour extendeu-se até oo fim de 2005, excursionando por diversos países em todo o mundo, inclusive na Argentina onde fizeram algo inédito, saindo do hotel e indo até um parque onde fizeram uma pequena apresentação acústica para pouco mais de 50 felizardas pessoas. Ainda no show da Argentina (agora o oficial) Mustaine anunciou que a banda continua, acalmando muitos fãs que temiam mais uma vez o fim do Megadeth, esse show ainda foi filmado para o lançamento de um álbum ao vivo e um DVD. Passaram também pelo Brasil no dia 11 de Outubro fazendo um show rápido.

Ainda em 2005, é lançada a segunda coletânea da Banda “Greatest Hits: Back To The Start” que inclui um DVD bônus.

Em 2006 nasce a esperança de um ano promissor para a banda, Mustaine diz estar trabalhando em um novo álbum e James MacDonough sai e deixa vaga a função de baixista do Megadeth. Muitas especulações sobre a volta de Ellefson correm pela internet, é o que todos os fãs querem, mas não é o que Mustaine quer, ele anuncia James LoMenzo (ex-Black Label Society e Ozzy Osbourne) para ocupar o cargo.

21 de Março de 2006 é lançado o DVD duplo Arsenal of Megadeth, um pacotão de material sobre a banda, algumas cenas inéditas, versões alternativas de clips e até mesmo faixas escondidas.

Em 2007 após adiar o álbum várias vezes, no dia 15 de Maio é lançado o "United Abominations" o então título do novo trabalho da banda, é uma sátira a Organização Mundial das Nações Unidas (United Nations). Esse álbum foi muito bem aceito por todos, composto por músicas muito bem produzidas e escritas, bateu recordes de vendas que desde o álbum Youthanasia o Megadeth desconhecia. Conhecidência ou não, embutida nesse trabalho está a regravação da música "A Tout Le Monde" dessa vez com a participação de Cristina Scabbia do Lacuna Coil.